De resquício que se fez em mente
Deixo palavras, sempre suas, inigualáveis
presença sua, inatingível, permanente
De passos nunca seguros nem palpáveis
Memória minha irresponsável, incoerente
Pensa em ti, em tu, em erros
Jamais passarás do inexistente
Imagina-se tudo, sem você, sem desejo
Pele intocável não frequente
Momento irreconhecível, o outro
Sorriso dado sem razão aparente
Parte em mim, sem saber, de novo
O teu guardo em mim
se um dia resgatar
Me terá assim:
Pausada, errada, rasgada
"Sabes de tudo sobre esse possível amargo futuro. Sabes também que já não poderias voltar atrás, que estás inteiramente subjugado e as tuas palavras, sejam quais forem, não serão jamais sábias o suficiente para determinar que essa porta a ser aberta agora, logo após teres dito tudo, te conduza ao céu ou ao inferno"
domingo, 20 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
just a minute at a time
Desse silêncio fez-se tudo que você sempre quis e sempre desejará,
mas nada disso nem nada de você é suficiente para que o mundo se mova,
ou que as coisas se encontrem
ou que o natural se transforme num imutável intransigente.
Não sendo pelo fato de não existir
e sim por essa presença silenciosa que congela e chora cada espaço em mim.
Volta-se ao inferno, com a diferença agora que já se sabe sair dele
e talvez visitá-los durante alguns ocasos da vida.
Diz o que sente, imaginam-se mil motivos, há mil indagações e ainda sim... nenhuma delas esta certa, nenhuma verdade é dita, fica-se então resignado por dentro
sem mais.
mas nada disso nem nada de você é suficiente para que o mundo se mova,
ou que as coisas se encontrem
ou que o natural se transforme num imutável intransigente.
Não sendo pelo fato de não existir
e sim por essa presença silenciosa que congela e chora cada espaço em mim.
Volta-se ao inferno, com a diferença agora que já se sabe sair dele
e talvez visitá-los durante alguns ocasos da vida.
Diz o que sente, imaginam-se mil motivos, há mil indagações e ainda sim... nenhuma delas esta certa, nenhuma verdade é dita, fica-se então resignado por dentro
sem mais.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Permitido
-Tempos que não vejo...
- Ainda estás a andar?
- Apenas quando a vida permite... constrangedor.
- Ainda te lembras...
- Sempre, mas é suave, é passageira
- Então quase te esqueces...
- Não, esquecer, impossível.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Propriedade
Não me importa se você quer ser um cristão revoltado, ou uma prostituta em uma esquina suja. Suas palavras e suas presença foram arrancadas de tudo que você se agarrava. Seu ar antes impregnando meu quarto tornou-se perfume barato, leia: perfume. Jamais soube, jamais saberá o que se passou e o que se passará. Sei, saberei e mesmo que a dificuldade seja partir, partirei sem a vontade de olhar para trás.
Cultiva-se então a ilusão, não para que ela domine, mas para que seja acolhedora desses raros momentos. A decepção só é trazida por ela nos momentos em que o vinho domina o sangue, o vodka o cérebro e a tequila o coração.
Cultiva-se então a ilusão, não para que ela domine, mas para que seja acolhedora desses raros momentos. A decepção só é trazida por ela nos momentos em que o vinho domina o sangue, o vodka o cérebro e a tequila o coração.
sábado, 10 de setembro de 2011
The river of dreams
Te esperarei, me esperarei
Na paz da primeira vez.
Para que teus passos nunca sigam o prevísivel
E que tua cabeça não seja preenchida apenas com o óbvio
Minha resposta apenas quer sua pergunta, deixe-as.
Na paz da primeira vez.
Para que teus passos nunca sigam o prevísivel
E que tua cabeça não seja preenchida apenas com o óbvio
Minha resposta apenas quer sua pergunta, deixe-as.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
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